sábado, 24 de outubro de 2009

Frase(s) pinçada(s)

Não sei onde li, mas o que li é pura verdade.

Quando lemos um jornal é porque nos identificamos com a sua linha editorial. De uma maneira geral, se levarmos em conta esse mundão afora, os jornais brasileiros, de circulação nacional, se destacam pela excelente qualidade de seus noticiários, tanto no que tange as às noticias locais quanto ãs internacionais.

Já li muito jornal para saber de notícias daqui do Brasil quando estou fora, e posso atestar, que a grande maioria, só dá notícias regionais, deles, é claro.

Apesar disso eu leio o jornal, quer na forma impressa, quer no antigo e potencialmente atrasado papel, quanto nas suas formas eletrônicas, internet, para ser claro,  me informar e formar opinião.

Mas o problema é que leio os comentários daqueles que se identificam com o que penso. Portanto, ao repetir frase(s) sinto que o mundo ainda tem jeito, ao menos aqueles alfabetizados podem ler críticas que são construtivas, pena que os "politikos" tem ojeriza a ler jornais, jornalistas atrapalham et cetera et caterva.

No entanto coloco aqui a(s) minha(s)  frase(s) pinçada(s) no intuito de colocar em letra de forma, aquilo que li, em letra de forma, maneira de me desabafar, daquilo que me agride.

Do jornal O Estado de São Paulo, coluna da Dora Kramer:

"Não bate de frente com ninguém que possa vir a lhe ser útil amanhã, não enfrenta questões polêmicas, não compra brigas difíceis nem aceita disputa com igualdade de condições, só entra em conflitos protegido por escudos e, sobretudo, não confronta paradigmas."

Comentário meu:

Pena que ele não leia jornais e nem respeite o próximo (nós).

Um comentário:

Dalva M. Ferreira disse...

Perfeitamente, amigo. Eu sou uma vítima em potencial dos meios de comunicação. Jornais, revistas, TV e mais recentemente, até a internet. Sou "do bem", e tenho muita dificuldade em reconhecer o mal, quando ele vem embrulhadinho para presente. Tipo esse aí que você mostra... Aliás, essa jornalista é aquela do livro a quatro mãos com o Pedro Collor, não é? Aí está: quem tiver olhos para ler, leia!